Há momentos que por si só justificam as redes sociais.
Na generalidade são mais os maus, senão mesmo exacerbadamente fúteis, mas um destes vale por todos esses.
Esclareço o meu casual visitante que não sou nem nunca fui gruista mas também que isso nada diminuiu o prazer que me deu o seu comentário, reproduzido no final da reedição recuperada aos spaces de um velho conto do meu lazer.
A autenticidade espontãnea dele comprova-me, além do orgulho sentido por quase conseguir roçar realidades apenas adivinhadas e nunca saidas da minha factualidade, que vale a pena fantasiar e exercitar nelas um espírito aluado e pronto a vestir as fardas do quotidiano alheio...
O gruista
...
Comentário recebido:
10 de Setembro de 2010 Francisco Manuel Milhazes
Ola Diogo fiquei ???quando li principamente a passagem do gruista.esta mesmo fixe,os meus parabens ,tambem sou gruista e sei bem o que escreves-te ,de que zona es ,amigos
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