quarta-feira, 25 de maio de 2011

Ao gruista que não sou

Há momentos que por si só justificam as redes sociais.
Na generalidade são mais os maus, senão mesmo exacerbadamente fúteis, mas um destes vale por todos esses.
Esclareço o meu casual visitante que não sou nem nunca fui gruista mas também que isso nada diminuiu o prazer que me deu o seu comentário, reproduzido no final da reedição recuperada aos spaces de um  velho conto do meu lazer.
A autenticidade espontãnea dele comprova-me, além do orgulho sentido por quase conseguir roçar realidades apenas adivinhadas e nunca saidas da minha factualidade, que vale a pena fantasiar e exercitar nelas um espírito aluado e pronto a vestir as fardas do quotidiano alheio...



O gruista

...

Comentário recebido:
10 de Setembro de 2010 Francisco Manuel Milhazes
Ola Diogo fiquei ???quando li principamente a passagem do gruista.esta mesmo fixe,os meus parabens ,tambem sou gruista e sei bem o que escreves-te ,de que zona es ,amigos

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